terça-feira, 18 de outubro de 2011

TI Verde II


ABC da TI VERDE

Entenda quais os fundamentos básicos para as empresas adotarem o conceito da TI ambientalmente correta e descubra os benefícios previstos


Ari Clayton Soares Formiga, Prof e Consultor


Aumento do preço de energia. Aquecimento global. Equipamentos antigos empilhados em depósitos e aterros sanitários. A conjunção desses fatores tem aumentado as discussões relativas às questões ambientais e, inclusive, o papel que a área de TI representa para o tema. Questões ambientais — e o papel da tecnologia nelas — estão recebendo mais atenção do que nunca. 
Para ajudar os executivos de TI a lidar com esse novo cenário, CIO criou um manual dos principais conceitos da TI Verde.

O que é TI sustentável?
O termo TI sustentável – ou “verde” – é usado para descrever a fabricação, o gerenciamento, a utilização e o descarte de qualquer produto ou solução ligado à tecnologia da informação sem agredir o meio ambiente. 
A utilização do termo varia de acordo do papel que a empresa tem na cadeia de TI, ou seja, se ela representa um fabricante, um CIO ou um usuário final, por exemplo.

Fabricação sustentável
Refere-se aos métodos utilizados para produzir equipamentos que não afetam o meio ambiente. Abrange desde as técnicas para reduzir o volume de substâncias químicas nocivas utilizadas em produtos, como torná-los mais eficientes em termos de energia até embalá-los com material reciclável.

Gerenciamento e utilização da TI sustentável
A gestão e o uso da TI verde tem a ver com o modo como uma empresa gerencia seus ativos na área de Tecnologia da Informação. Isso inclui comprar desktops, notebooks, servidores e outros equipamentos eficientes em termos de energia; bem como gerenciar o consumo de energia dos produtos.

Isso ainda diz respeito ao descarte ambientalmente seguro de todos os equipamentos, por meio de reciclagem ou doação dos itens, ao final da vida útil dos mesmos.

Descarte sustentável
Esse tema diz respeito a forma como as empresas se desfazem dos ativos de TI. Para tanto, o termo prevê que o lixo eletrônico não seja descartado em um aterro sanitário comum, no qual as substâncias tóxicas que os equipamentos tecnológicos podem se infiltrar no lençol freático ou manuseados por pessoas. 
Metas da TI verde

Os objetivos da TI verde são promover a sustentabilidade ambiental. Em 1987, a Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento definiu sustentabilidade como uma abordagem de desenvolvimento econômico que “supre as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”
Fonte: CIO.UOL

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Minha vida de sucesso!

Ari Clayton trabalha com tecnologia da informação há 13 anos. É especialista em infra-estrutura e administração de redes, Atualmente atua como analista de suporte em São Paulo.
Gerenciou vários projetos de migração e infraestrutura de empresas de médio e grande porte.

Configurando Microsoft Outlook para acessar o Exchange do SBS 2008


Visão Geral
Nesse tutorial veremos como configurar o Microsoft Outlook para acessar o Exchange do SBS 2008  
  1. Faça logon no Windows.
  2. Click em Iniciar e aponte para Painel de Controle
  3. Com o Painel de Controle aberto click em Email

  4. Na tela Configurar Email selecione “Contas de email” 



  5. “Click” em Adicionar uma nova conta de email e click em “Avançar”
 
  1. Na tela Tipo se Servidor selecione Microsoft Exchange Server e click em “Avançar”


  2. Em Microsoft Exchange Server digite o nome do servidor, preencha o nome do usuário e click em Verificar Nome

  3. Confirme o nome do usuário e click em “OK”


  1. Click em “Avançar”

  2. Na tela seguinte Click em “Sim”


  3. Click em “Concluir” para finalizar a configuração do outlook

  4. Feche a tela de configuração de email


  5. Conclusão: Com esse tutorial vimos como configurar o Microsoft Outlook para acessar o Exchange do SBS 2008

Prof. Ari Clayton Soares FormigaBlog: http://claytonconsultoria.com


Sites:

Créditos: http://carlosfprocha.com/blogs/danielsantos/archive/2008/07/28/configurando-microsoft-outlook-para-acessar-o-exchange-do-sbs-2008.aspxComunidade: http://www.technetbrasil.com.br/forum
Corporativo:  http://www.dacnetwork.com.br/  

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Otimização do Estudo

Otimização do Estudo
Por: William Douglas (Juiz Federal)



1.INTRODUÇÃO As condições de um mercado de trabalho cada vez mais restrito têm indicado os concursos públicos como uma das melhores opções para a rápida obtenção de estabilidade, status e boa remuneração. O perfil dos acadêmicos das Faculdades de Direito tem se modificado, e a intenção de realizar concursos é a marca predominante no alunado, opção que também é manifestada entre profissionais liberais e empregados do setor privado. Em conseqüência desse fenômeno, os cursos preparatórios e as listas de inscritos em concursos estão, a cada dia, mais abarrotados. Não obstante, os índices de aprovação continuam em patamares incrivelmente baixos, próximos de 1 a 2%. Mesmo os Exames de Ordem indicam o baixíssimo nível de formação dos bacharéis. Os chefes de Instituições reclamam incessantemente que não conseguem preencher as vagas por falta de candidatos habilitados em suficiente número. Assim, paradoxalmente, aumentam os candidatos e diminui ainda mais o número de aprovados. Por mais que se esforcem, faculdades e cursos preparatórios têm tido pouco êxito. Mas, qual a razão dessa carnificina ou, quando menos, como inverter esse lamentável quadro? O desempenho dos candidatos nos concursos públicos serve como inquestionável demonstração da baixa qualidade do ensino jurídico. Causas e soluções para tais deficiências vêm sendo tema de debate entre os profissionais da área e professores, desde longa data, indicando a necessidade de alguma mudança radical. Os remédios até agora utilizados não têm se mostrado eficazes contra o mal diagnosticado. As recentes modificações normativas na educação brasileira e no ensino do Direito indicam a tentativa de busca por soluções para estes dilemas, embora as tenhamos por ainda tímidas.

2. RACIOCÍNIO OU REPETIÇÃO Temos para nós que uma das principais falhas do sistema está na forma de ensino do Direito, voltado quase que exclusivamente para a estéril análise de leis e códigos, sem sequer haver preocupação com a formação da capacidade de raciocínio jurídico e de espírito crítico nos alunos. O acadêmico, ao invés de aprender a interpretar as leis, decora a interpretação da norma vigente. Quando uma lei é revogada, o acadêmico é incapaz de interpretar a norma que a substitui. Isso ainda fica mais patente hoje, pelo país ter o sistema jurídico de maior mutabilidade que se tem notícia. Atualmente, existe o direito consuetudinário, o civil law e o direito brasileiro, onde as Medidas Provisórias são mais rápidas que os costumes, que a lei, a jurisprudência ou qualquer outra coisa que se move. Por muito tempo e ainda em muitos lugares, todo o sistema de ensino (jurídico e não jurídico) nada mais é do que meter um monte de informações na cabeça de alguém, e exigir que este alguém seja capaz de repetir uma porcentagem disso, na hora da prova. O ensino terminou sendo atividade de informar, e não de formar pessoas. Educar deixou de ser paixão, alegria, força, intensidade, curiosidade e crescimento, para ser uma mera atividade de repetição, estéril e sem graça. Fazem dos alunos roscas, parafusos e roldanas, como peças nas fábricas da era da industrialização. Felizmente, aos poucos, vai se redescobrindo o estudo como algo agradável, criativo, inovador. Apenas assim formam-se pessoas e preparam-nas para a vida real, para o século XXI, para uma vida realmente produtiva.

3. O SUBAPROVEITAMENTO DO CÉREBRO Mais grave do que a insana opção pelo automatismo intelectual, temos como causa principal do sofrível desempenho dos nossos alunos o fato de não saberem eles aproveitar o seu estupendo potencial intelectual. Nossos alunos, em geral, e com honrosas, mas poucas exceções, não sabem ler com eficiência, não sabem estudar, não possuem suficiente capacidade de expressão escrita e verbal, em suma, subaproveitam sua quase ilimitada capacidade cognitiva. Não estou falando apenas de matérias como Metodologia do Ensino e da Pesquisa, sede onde muito poderia se aprender, mas que permanece desprezada, tanto pelas instituições quanto pelos alunos. É preciso aprender a aprender. A verdade é que alguns professores e a maioria absoluta dos alunos não dá importância a assuntos basilares, tais como as técnicas de aprendizagem e o funcionamento do cérebro, da memória, da inteligência etc. Em geral, os alunos desprezam pontos da matéria, como a introdução e os princípios e conceitos fundamentais, pois querem "ir direto para o assunto", não querendo "perder tempo" com estas partes, que para eles são de somenos importância. Eles estão viciados em não pensar, a se satisfazerem com um produto final e acabado, sem que possam ou saibam julgá-lo. Este comportamento repete a prática mais que comezinha de as pessoas não lerem os manuais de instrução dos eletrodomésticos que adquirem. Apesar de, lá uma vez ou outra, alguém fundir um aparelho, via de regra, consegue-se usar um liqüidificador ou videocassete sem a leitura do manual. Nesses casos, o subaproveitamento da máquina, que decorre da falta de conhecimento de seu modus operandi, permanece em limites toleráveis. Todavia, quanto mais complexo o equipamento, maior a necessidade de, mesmo com algum trabalho, estudar-se o manual, ver como a máquina funciona, sua potencialidade, funções etc. Se isto não ocorrer, o subaproveitamento será considerável. Como o cérebro é muito mais sofisticado que o mais avançado dos computadores, é preciso "ler o manual", sob pena de estarmos condenados a subaproveitá-lo. Os índices de aprovação dos bacharéis em concursos públicos mostram que o uso do cérebro e da inteligência sem a "leitura do manual" está sendo insuficiente.

4. QUANTIDADE X QUALIDADE DO ESTUDO Outro ponto a ser considerado é que, como tudo na vida, importa mais a qualidade do que a quantidade. Há quem estude 12 horas por dia e seu resultado prático seja inferior ao de outro que estuda apenas uma hora por dia. Por quê? Por causa de inúmeros fatores, como a concentração, a metodologia e o ambiente de estudo. Mesmo assim, os estudantes e candidatos se preocupam apenas com "quantas horas" ele ou o colega estudam por dia, e quase não se vê a preocupação com o "como" se estuda.

5. OTIMIZAÇÃO DE ESTUDO Como um dos caminhos para solucionar o fraco desempenho de nossos alunos, entendemos que deva ser dada atenção ao processo de aprendizagem da aprendizagem, aquilo que chamamos de Otimização de Estudo. Otimização, como já diz Aurélio, "é o processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma grandeza, é o ato ou efeito de otimizar ". Assim, é tornar algo ótimo, é buscar o que é excelente, o melhor possível, "o grau, quantidade ou estado que se considera o mais favorável, em relação a um determinado critério". Através da otimização é possível estudar uma mesma quantidade de horas, obtendo-se um considerável ganho em agregação de novos conhecimentos, decorrente do acréscimo de qualidade. Em suma, o aperfeiçoamento da capacidade de aprendizagem resulta em maior produtividade, exatamente o que tem faltado aos nossos alunos e candidatos.

6. ACRÉSCIMOS DE INTELIGÊNCIA E DESEMPENHO Somos educados a pensar que a inteligência e a beleza são dádivas da vida, às quais já recebemos prontas e acabadas, estando condenados a passar o resto da vida com a quantidade de uma ou de outra que foi por nós recebida. É óbvio que aquele que do destino já recebeu beleza e/ou inteligência prontas é um afortunado, com muito mais facilidade e conforto. Para quem não nasceu genial ou lindo, porém, resta apenas a resignação? As academias de ginástica, clínicas de beleza e os cirurgiões plásticos já há tempos vêm provando que a beleza pode ser obtida com esforço pessoal e tecnologia. No que tange à inteligência, aos poucos vai se firmando não só o seu melhor conceito, mas também, e felizmente, o fato de que ela pode ser aperfeiçoada. É óbvio que o gênio e o espírito criativo nascem prontos, contudo, eles podem se aperfeiçoar. As pessoas que não tiveram tal sina podem aprender técnicas que otimizem suas capacidades, muitas delas aprendidas da observação dos gênios. O fato é que é possível aprender a ser mais inteligente, bem como a desenvolver espécies diferentes de inteligência. Os melhores conceitos de inteligência são aqueles que a indicam como a capacidade de adaptar-se a novas situações, e como capacidade de buscar a felicidade. Isto pode ser aprendido. Como já disse Charles Chaplin, precisamos mais de humanidade do que de inteligência. A inteligência necessária para a felicidade está à disposição de todos. Além do mais, não existem pessoas burras, existem pessoas que ainda não tiveram a possibilidade de se educarem e de crescerem intelectualmente. Isto, aliás, é tarefa moral da sociedade, do Estado e dos que já angariaram um certo grau de inteligência. 

7. CONCLUSÃO Entendemos, assim, ser necessário um esforço, no sentido de desenvolver as inteligências, a capacidade de aprendizagem e o inesgotável potencial do cérebro humano. Se isto não for feito, nossos alunos continuarão condenados a níveis insatisfatórios de desempenho. Lidamos, hoje, com grande quantidade de esforço desperdiçado, baixa produtividade no processo de ensino e aprendizagem e frustração inteiramente desnecessárias. Antes de ensinar ao aluno a matéria em si ("o inimigo"), devemos ensiná-lo a conhecer a si próprio e a dominar sua espetacular capacidade de crescimento humano e cognitivo. Isso foi dito já há 2.500 anos, por Sun Tzu, excepcional general chinês, na obra "A Arte da Guerra ": "Se conhecermos o inimigo e a nós mesmos, não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se nos conhecemos, mas não ao inimigo, para cada vitória sofreremos uma derrota. Se não nos conhecemos nem ao inimigo, sucumbiremos em todas as batalhas."

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

LIBERDADE X IGUALDADE

Neste 7 de Setembro de 2011, eu não poderia deixar de pensar em algo referente a estes aspectos, inerentes a minha vida. Hoje trabalhei, talvez por querer um trocado a mais ou por necessitar deste mesmo trocado para completar o orçamento.

Um dos mais antigos debates, ou pelo menos um dos mais recorrentes debates na filosofia política do século XX é o travado entre os defensores da igualdade e os da liberdade. Para os liberais se deve prezar sempre pela liberdade individual, social, política e principalmente econômica, o que significa lutar contra todo e qualquer entrave para que essa liberdade se realize. Se esse entrave, por exemplo, é um Estado forte e intervencionista, então que seja, enxuga-se o Estado, que é o projeto liberal, e, mais recentemente, neoliberal.

O resultado dessa política liberal, como a História mostra, é a acumulação econômica nas mãos de poucos e uma falsa noção de que há uma igualdade de condições, e de que basta a força de vontade individual para que isso ocorra. É lutar pela regra do jogo, mesmo sabendo que o resultado vai ser desigual. Nesse sentido política de quotas, e quaisquer outros programas de assistência social, que tratem desigualmente os desiguais estariam errados.

Já os defensores da igualdade substantiva, não aquela igualdade meramente formal de que falam os liberais, mas numa igualdade de padrões de vida, lutam pela divisão igualitária, principalmente econômica. Para isso, um Estado forte é necessário, já que é a única forma em que se pode ter certeza de uma divisão entre todos. Em que pese a corrupção, um dos argumentos liberais para o desmonte do Estado, esse sistema simplesmente exige do Estado o que dele se espera. Seguindo esse raciocínio, as ditas organizações não-governamentais, as empresas cidadãs e tudo o mais que supostamente surge da livre associação de membros da sociedade civil não passa de balela, ideologia do capital a favor próprio.

No século passado os liberais começaram com o pé direito. A fé no laissez-faire laissez-passer, de que a "mão invisível" saberia guiar os caminhos da humaninade descambou na superprodução e conseqüente quebra da bolsa de Chicago, em 1929. Isso ao mesmo tempo em que uma força comunista na luta igualitária ganhava força com a União Soviética. Essa disputa liberais x comunistas, somadas ao medo do comunismo na Europa Ocidental, descambou numa série de regimes facistas e nazistas, que atingiram Espanha, Alemanha e Itália, e postularam a 2ª Guerra Mundial.

No pós guerra, o pacto keynesiano arrefeceu as reivindicações proletárias e deu início ao Estado de Bem-Estar Social, que garantiria o pleno emprego até o início da série de crises do petróleo nos anos 70. A escassez e o parco crescimento da economia levaram à bancarrota da Previdência Social e ao retorno dos liberais, agora neoliberais, prometendo emprego, em troca da deterioriação de direitos da classe trabalhadora. O que vivemos hoje é a continuidade dessa política, agora apelidada de Terceira Via, porque supostamente agrega políticas da esquerda e direita. Quando vemos um Chávez e Bush acusando-se mutuamente de demônios, um do capitalismo e outro do socialismo, nada mais vemos do que a continuidade dessa luta, a eterna luta entre liberdade e igualdade, duas idéias opostas, que sempre pairam na utopia humana, acompanhadas ainda daquela terceira e menos discutida idéia, a da fraternidade.

Qual CMS usar? WordPress ou Joomla | Webnacuca

Publicado por Fernando | Publicado em CMS, Desenvolvimento Web, Web Design

Neste artigo, vou tentar explicar algumas das principais vantagens e desvantagens desses sistemas.
Esta não é uma opinião pró-contra. Neste artigo vou tentar mostrar algumas dicas para tornar mais fácil a escolha entre os dois sistemas de gerenciamento de conteúdo. Ambos se sobrepõem em várias áreas e pode ser estendido para além do seu propósito original, graças ao uso de plugins. Você pode encontrar os plugins por toda a internet. Ambos têm uma grande base de usuários com uma comunidade viva, onde as dicas e truques são compartilhadas. Vale ressaltar que os dois CMS mencionados são gratuítos e muitos provedores de hospedagem tem eles como uma opção em sua seção de ferramentas da web. O WordPress tem uma grande comunidade de desenvolvedores voluntários e o Joomla pode contar com muitos add-ons comerciais desenvolvidos por profissionais especializados.
Antes de começar o comparativo gostaria de deixar bem claro o que é um CMS:
“CMS (Sistemas de Gestão de Conteúdo) é um sistema gestor de websites, e intranets que integra ferramentas necessárias para criar, gerir (inserir e editar) conteúdos em tempo real sem a necessidade de programação de código, cujo objetivo é estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação. Sua maior característica é a grande quantidade de funções presentes através de complementos (galerias de fotos, gerenciadores de enquetes, gerenciadores de formulários) que podem ser agregados ao CMS”. Fonte: Wikipedia.

WordPress




É basicamente um sistema de blog muito amigável, mas ele pode ser usado como um site normal que você pode atualizar sem qualquer conhecimento de html. Você pode criar páginas e posts, e com os plugins, você pode adicionar uma grande quantidade de funcionalidades. Em matéria de indexação de páginas no Google, o WordPress realmente leva vantagem. Assim, do ponto de vista do marketing, o WordPress é difícil de resistir.
A interface é fácil de entender, você não vai precisar de um livro para ele, embora a compra de um livro vai lhe poupar algum tempo se você não tem experiência com gerenciamento de blog. Após a escolha de um tema a adaptação das cores, inserção de logotipo e etc, você vai precisar tem um conhecimento de CSS, linguagem de folhas de estilo. Não é tão complicado, mas se você não quer se envolver com CSS e outras coisas a mais de desenvolvimento, e gostaria de voltar a organizar os elementos de navegação, bem, você pode considerar a contratação de um Desenvolvedor Web. Desde que o tema escolhido tenha uma estrutura lógica, é fácil para um desenvolvedor de mudar as coisas ao redor, banners, imagens e etc.
O WordPress é muito organizado e rapidamente você pode ser listado no Google, em uma média de 2 dias. Um site normal demora até 2 meses para ser listado no Google, então isso é algo a ter em conta. Qualquer um pode aprender o suficiente em algumas horas para criar conteúdo com WordPress imediatamente, incluindo o uso de categorias e sub-páginas.
Desvantagens do WordPress
Por exemplo, adicionando ou removendo datas de postagem, você vai precisar fazer isso na estrutura do WordPress e isso vai exigir um conhecimento de php e html. A estrutura de navegação é determinada pelo modelo de layout que você escolheu. Mudar essa estrutura novamente requer o conhecimento de php, Html/Css e Script.
Conclusão:
WordPress é simples, você pode utiliza-lo para desenvolver um blog ou um site. Através do uso de plugins você pode estender sua funcionalidade e deixá-lo crescer de acordo com as suas necessidades. No entanto, nem todos os plugins são fáceis de compreender, de modo que poderia ser uma boa idéia ter um Desenvolvedor Web especializado em caso de emergências.
Joomla


Se você quer criar uma site com fóruns, artigos, contribuições de autores externos etc … então Joomla é uma boa escolha porque ele é feito para ser desse jeito. Criar uma estrutura de navegação é fácil, uma vez que você entenda como ele funciona. Você pode definir artigos para expirar após um tempo, ativar as datas, etc.
Joomla é um dos melhores sistemas de gerenciamento de conteúdo para designers, desenvolvedores web e administradores de sites. Existem muitos desenvolvedores, que criam ferramentas para melhorar o desempenho do Joomla. Outra vantagem para os desenvolvedores é a grande capacidade de customização que o sistema oferece.
No entanto, o Joomla não é um sistema simples como o WordPress, você vai descobrir que na verdade não é tão fácil de ser usado por pessoas que não têm qualquer idéia de desenvolvimento web.
Desvantagens do Joomla
Assim como o WordPress, a principal desvantagem do Joomla é a falta de flexibilidade na disposição dos elementos visuais de um site, pois o usuário fica preso na estrutura apresentada pelo template escolhido.
Instalação: embora seja relativamente rápida e simples, ela também exige alguns conhecimentos técnicos o que afasta usuários que tenham pouco conhecimento na área de desenvolvimento web, o mesmo ocorre com o WordPress.
Conclusão:
O Joomla é um CMS poderoso e simples que permite que pessoas mesmo sem conhecimento em programação possam fazer e manter sites com aspecto profissional.
Na medida em que as necessidades aparecem e a curiosidade vai aumentando, o ideal é que se tenha algum conhecimento em HTML, PHP e CSS. Com este conhecimento, você poderá alterar e criar novos templates e efetuar alterações / adequações em componentes, módulos etc.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

TI Verde

TI é um conjunto de atividades e soluções via recursos de computação. E TI Verde consiste na prática sustentável da: produção, gerenciamento, uso e descarte dos equipamentos eletrônicos.

O uso da TI provoca impactos no meio ambiente sendo tanto pela demanda de energia elétrica quanto pelos materiais utilizados na fabricação do hardware. Mediante isto, o mercado adotou ações de sustentabilidade no setor tecnológico. Um exemplo é o Índice de Sustentabilidade Empresarial, ferramenta de análise comparativa sob o aspecto da sustentabilidade corporativa com base na: eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa que impulsionam a adoção das ações propostas como TI Verde.[1] As empresas com os melhores índices, possuem vantagens econômicas como, facilidade de créditos e um melhor marketing frente à sociedade.

Se aproveita de métodos de produção que sejam menos nocivos a natureza, como por exemplo: reduzir os níveis de substâncias químicas utilizadas para a produção dos equipamentos; aparelhos eletrônicos que consumam menos energia; utilizar materiais reciclados.

Trata de como uma empresa utiliza e gerencia seus equipamentos da área de TI. Isso abrange a compra quanto a locação de equipamentos que consumam menos energia elétrica, bem como o uso de papel reciclado e redução nos índices de impressão.

Uma das principais tendências atualmente é o use de virtualização de servidores, usado para otimizar espaço físico e custos de TI dentro das empresas. Com essa tecnologia colocam-se diversas aplicações dentro de um único servidor, aumentando a eficiência operacional, reduzindo custos com infra-estrutura, mão-de-obra especializada, licença de softwares e eliminação de desperdícios com hardware ocioso.[2]

É a maneira correta de se desfazer de equipamentos, cuidando para que eles não sejam simplesmente jogados em aterros sanitário comuns, onde, em consequências das substâncias químicas contidas pode haver risco de contaminação do solo e da água, sendo encaminhado para a reciclagem ou doação dos equipamentos assim que estiver encerrada sua vida útil.

As práticas de TI Verde podem ser divididas em 3 níveis:

- TI Verde de incrementação tática: Não modifica a infra-estrutura atual nem as políticas internas, apenas incorpora medidas de contenção de gastos excessivos. Por exemplo: uso de monitoramento automático de energia disponível nos equipamentos, uso de lâmpadas fluorescentes e a otimização da temperatura das salas. São medidas simples de serem implementadas e não geram custos adicionais.

- TI Verde Estratégico: Exige uma auditoria sobre a infra-estrutura de TI e seu uso sustentável, implementando novos meios viáveis de produção de bens ou serviços de forma ecológica. Por exemplo, a criação de uma nova infra-estrutura na rede elétrica e sistemas computacionais de menor consumo elétrico e medidas de controle de seus descartes.

- Deep IT (TI Verde Profundo): Este incorpora o projeto e implementação estrutural de um parque tecnológico buscando a maximização do desempenho com mínimo de gasto elétrico; isto inclui projetos de sistemas de refrigeração, iluminação e disposição de equipamentos no ambiente.

domingo, 21 de agosto de 2011

O que é ITil

Com o aumento do nível de qualidade dos serviços de TI das empresas e da complexidade das tarefas, torna-se cada vez mais complexa sua gestão, rastreabilidade e manutenção. A adoção de metodologias e melhores práticas que visam apoiar nesta gestão tem sido uma saída muito procurada e que tem promovido um retorno notório para as organizações. Este artigo apresenta uma destas ferramentas, o ITIL, ainda não tão conhecido, mas já muito admirado pelos resultados que tem trazido com sua adoção.

1. O QUE É O ITIL?

O ITIL, cuja sigla significa Information Technology Infrastructure Library , é uma biblioteca criada pelo governo britânico nos anos 80 e composta por um conjunto de recomendações e melhores práticas para operações e gerenciamento de serviços de TI, proporcionando uma abordagem efetiva e eficiente no uso de sistemas de informação.

O ITIL é um framework aberto, ou seja, qualquer empresa pode usar livremente a sua biblioteca (ou parte dela), o que tem contribuído para o aumento exponencial da utilização de seus processos. O foco da biblioteca é mostrar “o que fazer”, e não “como fazer”, dando ênfase aos objetivos, atividades, entradas e saídas de informações, etc., fazendo com que possa ser incorporada à praticamente qualquer organização.

O ITIL tem por objetivo dar suporte ao fornecimento de Serviços de TI com os maiores índices de qualidade possíveis, dando uma atenção especial às atividades de relacionamento com o Cliente. Desta forma, o ITIL fortalece o relacionamento entre a área de TI e seus Clientes através do cumprimento de metas previamente acordadas (SLA’s – Service Level Agreements) para a prestação de Serviços de TI.






Vejamos brevemente o objetivo de cada uma das áreas.

1.1. DISCIPLINAS BASE DO ITIL

1.1.1. SERVICE SUPPORT

• Service Desk

Distingui-se como uma função e não uma disciplina. Atua como um ponto focal para o atendimento a usuários, clientes e pessoal interno da organização. Caminha pela estrutura organizacional para prover um contato mais centralizado com a área de TI.

• Incident Management

Responsável por restaurar e normalizar a operação de um serviço ou produto com o menor tempo possível, a fim de minimizar os impactos sobre a operação dos negócios e conseguir os melhores níveis de qualidade e disponibilidade de serviço possível.

• Problem Management

Visa minimizar o impacto e reincidência de problemas gerenciais sobre os negócios de uma organização através da investigação, diagnóstico e solução de problemas. Dá-se através da prevenção pró-ativa de incidentes e auto-aprendizado (base de dados de erros conhecidos, soluções, tempos de solução, etc.).

• Change Management

Garante o rastreamento de todas as mudanças e respectivas partes afetadas buscando entender e controlar seus impactos para a intra-estrutura de TI e os negócios da organização. Permite também avaliar os prazos e riscos inerentes às mudanças propostas.

• Release Management

Responsável por planejar e gerenciar recursos e meios para testar, liberar, distribuir e implantar mudanças (ou atualizações) em ambiente de operação/produção, de forma sistêmica e controlada.

• Configuration Management

Assegura que apenas componentes mapeados e autorizados (também chamados de Itens de Configuração – IC: softwares, hardwares, documentos, processos, procedimentos, etc.) são usados no ambiente de TI, e que todas as mudanças nestes componentes serão gravadas e rastreadas durante todo o seu ciclo de vida. Estes dados ficam armazenados em uma estrutura chamada CMDB (Configuration Management Data Base).

1.1.2. SERVICE DELIVERY

• Service Level Management

Permite ao departamento de TI entregar exatamente o que foi definido e acordado com o cliente, além gerenciar estes acordos. Também se preocupa em garantir que os serviços são reconhecidos como benéficos para a organização.

• Availability Management

Realiza o desenho, implementação, medição e gerenciamento da disponibilidade da infra-estrutura de TI, para garantir que os requisitos de disponibilidade dos negócios sejam constantemente satisfeitos.

• IT Service Continuity Management

Proporciona mecanismos pra garantir que qualquer serviço de TI seja capaz de sobreviver e continuar a prover valor para seus clientes e usuários, mesmo em situações com restrição ou em que as soluções de disponibilidade normais falhem.

• Capacity Management

Planeja, justifica e gerencia níveis apropriados de recursos, negócios e/ou serviços necessários para uma dada solução de TI, evitando e controlando baixas ou excessos.

• Financial Management

Administrar de forma sólida e concisa os recursos monetários da organização (custos efetivos, contabilidade, alocação e retorno do investimento), fornecendo suporte no planejamento financeiro e execução dos objetivos de negócios.

2. POR QUE UTILIZAR O ITIL

Um aspecto interessante na utilização do ITIL é a padronização de um vocabulário comum na prestação de serviços e comunicação entre TI, seus Clientes e Fornecedores. Através das recomendações do ITIL é possível que todo o relacionamento e no gerenciamento desta prestação de serviços seja otimizado, o que facilita seu controle e posterior avaliação de benefícios.

Além disto, ITIL provê alguns benefícios diretos relacionados à Gestão de Serviços de TI:

• Gestão mais eficiente da infra-estrutura e dos serviços prestados, de forma clara e sistemática;

• Diminuição gradativa da indisponibilidade dos recursos e sistemas de TI, causados por falhas no planejamento das mudanças e implantações em TI;

• Maior controle nos processos com menor incidência dos riscos envolvidos;

• Torna os processos de gerenciamento dos serviços de TI mensuráveis;

• Atuação na causa raiz dos problemas, com foco no negócio;

• Definição clara e transparente de funções e responsabilidades;

• Eliminação de redundância de tarefas e ações;

• Maior qualidade nos serviços prestados;

• Elevação dos níveis de satisfação dos usuários internos e clientes com relação à disponibilidade e qualidade dos serviços de TI;

• Redução de custos de TI e aumento do ROI (Return of Investment);

• Flexibilidade e menores impactos na gestão de mudanças;

• Processos mais ágeis e organizados, graças à organização e relacionamento entre eles;

• Melhor relacionamento com os fornecedores e com os serviços prestados;

As práticas do ITIL são extremamente bem estruturadas e implicam, na maioria dos casos, em uma criteriosa ação de mudança cultural, o que provavelmente tenha impacto direto na razão do ITIL ainda não ter uma aplicação tão ampla no cenário atual das empresas que necessitam de um gerenciamento de seus serviços de TI. Contudo, sua aplicabilidade e os benefícios que tem comprovadamente trazendo estão fazendo com que seja cada dia maior a procura por informações e tentativas concretas de adoções de suas melhores práticas.

3. ITIL NO MERCADO CORPORATIVO

3.1. MERCADO DE TI

O mercado de TI conta ainda com outras metodologias e “modelos de negócios” dispostos em frameworks, com similariedades e complementariedade tais como o COBIT (Control Objectives for Information and related Technology), o CMMI (Capability Maturity Model Integration), as boas práticas na gestão de projetos segundo o PMBoK, entre outros. Além disto, dispõe de ferramentas corporativas também que são usadas para fomentar a Governança de TI, como BSC (Balanced Scorecard), BI (Business Intelligence), CRM (Customer Relationship Management), ERPs (Enterprise Resource Planning) e SCM (Supply Chain Management).

3.2. PROJETOS DE IMPLEMENTAÇÃO DO ITIL

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) pretende implantar, até dezembro deste ano, as diretrizes do CobiT 4.0 em vários de seus processos de TI, além de alinhar suas iniciativas também com a biblioteca de melhores práticas do ITIL. 1

A Construtora Norberto Odebrecht também contratou um consultoria para analisar seus macro-processos e mapeá-los em relação ao CobiT e o ITIL, ainda este ano. 1

Um caso recente – e otimista – de implementação é o da Cassi (Caixa de Assistência ao Funcionário do Banco do Brasil), cujos processos estão sob influência do ITIL desde setembro de 2003. 2

O ABN no Brasil adotou o ITIL depois que o conceito virou norma global da empresa, em novembro de 2002. A implementação local seguiu o roteiro da matriz, começando com um conjunto de processos operacionais. 2

Inúmeras instituições de renome vêem adotando o ITIL e alcançando bons resultados, apesar de não terem número divulgados oficialmente: Siemens, General Motors, Banco Central, Petrobrás, Bradesco e muitas outras.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

P.A. evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos


P.A. evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

Ari Clayton Soares Formiga

DO PROCESSAMENTO DE DADOS A TI

Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o “processamento de dados”. Nessa época, a maioria das empresas direcionava os recursos para o processamento centralizado de dados em mainframes (grandes computadores) e para os sistemas de controles operacionais, tais como faturamento, estoque, folha de pagamento, finanças e contabilidade.
Aos poucos, porém, as empresas foram se sensibilizando para a importância da informação na gestão de negócios. Contagiadas pela “informática”, que passa a substituir o tradicional “processamento de dados”, as empresas superam resistências e incorporam essa nova ferramenta empresarial. Com a “informática”, as empresas integraram os seus sistemas, mesmo com algumas redundâncias.
Na atualidade, a “informática” se transforma em “tecnologia da informação” (TI), integrando os seus emergentes e modernos recursos. A TI pode ser conceituada como o conjunto dos recursos tecnológicos e computacionais para guarda de dados, geração e uso da informação e de conhecimentos.
A gestão de dados e informações compreende as atividades de guarda e recuperação de dados e níveis e de controle de acesso às informações. Essa gestão requer um completo plano de contingência e um plano de segurança de dados e informações.
Com a “tecnologia da informação” as empresas possuem aplicações com compartilhamento das bases de dados, unificando-as e eliminando as redundâncias. Os sistemas são mais completos, integrados e satisfazem na íntegra os seus usuários. A TI contempla inclusive os sistemas de informação e de conhecimento para apoio às decisões.
Dessa forma, utilizando a TI, a informação e o conhecimento adicionam para as organizações diversas facilidades de gestão com vantagens competitivas e com inteligência empresarial.

DO USUÁRIO AO CLIENTE

No tempo do “processamento de dados”, os usuários eram tímidos, hesitantes, indecisos e superficialmente envolvidos com tecnologias. Na fase da “informática” os usuários já se posicionavam como responsáveis pelos sistemas e estavam mais engajados nos processos que utilizavam tecnologias.
Os usuários na “tecnologia da informação” são chamados de “clientes”, atuando com postura participativa e integrativa, focando seus esforços na gestão dos processos e conseqüentemente nos dados, informações e conhecimentos que utilizam. O uso de comitês ou de equipes multidisciplinares em projetos de TI faz com que os usuários e/ou clientes participem mais efetivamente dessas atividades, da concepção e do desenvolvimento à implantação total de soluções empresariais. São os verdadeiros “donos” ou gestores dos sistemas e dos recursos da TI, recebendo suporte técnico dos profissionais de informática.
Essa transformação do papel do usuário possibilitou muitos ganhos na gestão dos negócios.

DO TÉCNICO AO SOLUCIONADOR

Os componentes da TI evoluíram muito nesses últimos anos, trazendo contribuições à gestão dos negócios. Acompanhando essa evolução e também as mudanças do perfil do cliente da TI, os seus profissionais também se aprimoraram. Afinal, embora as pessoas não façam parte da TI, sem elas essa tecnologia não teria utilidade.
Para atingir a qualidade, produtividade e efetividade nas atividades relacionadas a sistemas empresariais e à TI, que são requeridas pelo mercado de trabalho, há necessidade de um perfil profissional que contemple o domínio das habilidades técnica, de negócio e comportamental.
As habilidades técnicas são as adquiridas ao longo da formação técnica do profissional, em cursos acadêmicos e em outros complementares. Destacam-se: metodologias, técnicas, ferramentas tecnológicas, linguagens de programação, etc.
As habilidades de negócio são as adquiridas ao longo do exercício profissional, no desenvolvimento de soluções para as empresas. Destacam-se: negócios em questão, funções empresariais, funções da administração, processos, procedimentos, idiomas, etc.
As habilidades comportamentais ou humanas são as adquiridas ao longo da vida, ou seja, na educação e nos relacionamentos humanos e corporativos. Destacam-se: proação (iniciativa, execução e conclusão), criatividade, comunicação e expressão, relacionamento pessoal, espírito de equipe e/ou administração participativa, planejamento pessoal, organização, concentração, atenção, disponibilidade, responsabilidade, etc.
O desenvolvimento dessas habilidades é um desafio individual, que deve ser enfrentado com dedicação pelo trabalhador que deseja ascender profissionalmente. Os profissionais não podem ficar inertes. Devem ter iniciativa e buscar a qualificação para garantir seu diferencial competitivo, como solucionadores de problemas que requerem o uso dos recursos da TI.

DO GERENTE AO CIO

A inteligência e o sucesso das organizações dependem fortemente das decisões tomadas pelas pessoas que nelas atuam. Da mesma forma que houve mudanças nos perfis do cliente e dos técnicos solucionadores, também evoluiu a forma de gestão e a postura dos gestores da TI.
Os chamados gerentes de CPD (Centro de Processamento de Dados) atuaram na década de 1960 e 1970 com seus sistemas fechados e seus ranços tecnológicos. Essa gerência de CPD era um modelo vetusto e alquimista de gerenciamento dos recursos da informática, freqüentemente vinculado a um modelo de gestão autoritária.
O velho CPD deve ser transformado numa Unidade de TI. A Unidade de TI é a área, ou departamento, ou setor, ou seção responsável pelos serviços de informática e pelos recursos de TI de uma unidade ou de uma organização. Atualmente, a TI e seus recursos são vistos como ferramentas de trabalho e como uma unidade departamental moderna, transparente, efetiva e prestadora de serviços. E suas atividades e responsabilidades podem ser disseminadas em toda a empresa.
A posição organizacional da Unidade de TI também tem implicações significativas em sua forma de atuação, que pode apresentar-se como uma organização externa ou uma unidade interna.
O gestor da TI deve sempre ter clara a visão da abordagem sociotécnica, humanística e da teoria geral de sistemas. Dessa forma, conceitua-se o gestor como uma função, não um cargo, nem uma profissão. As habilidades requeridas dos gestores e o conceito de gestão sempre envolvem a atuação com: pessoas ou recursos humanos; projetos, processos e/ou atividades; e recursos diversos, tais como: tecnológicos, financeiros, materiais, de tempo, etc. A gestão participativa é a mais indicada para a gestão da TI e conseqüentemente para a gestão dos negócios.
Atualmente o gestor da TI é chamado de CIO (Chief Information Officer). Os CIOs são os gestores responsáveis pelos recursos tecnológicos e pela utilização estratégica das informações das organizações, normalmente ligados à alta administração da organização.
Seja atuando como funcionário, prestador de serviços ou consultor, o mercado requer dos profissionais de TI capacitação, qualidade, produtividade, efetividade, dedicação, envolvimento e comprometimento nas suas atividades.

DO DADO AO CONHECIMENTO

Antigamente os recursos da TI processavam dados, que era “algo” armazenado ou depositado para ser tratado. O dado é entendido como um elemento da informação, um conjunto de letras, números ou dígitos, que, tomado isoladamente, não transmite nenhum conhecimento, ou seja, não contém um significado claro. Daí, então, chamar informação como um dado trabalhado, útil, tratado, com valor significativo atribuído ou a ele agregado e com um sentido natural e lógico para quem o usa.
Quando a informação é “trabalhada” por pessoas e pelos recursos computacionais, possibilitando a geração de cenários, simulações e oportunidades, pode ser chamada de conhecimento. O conceito de conhecimento complementa o de informação com valor relevante e de propósito definido.
O conhecimento da organização, também chamado de capital intelectual, competência e habilidade, é componente da inteligência empresarial. É reconhecido como um ativo intangível de inestimável valor. A gestão do conhecimento pode ser entendida como uma forma de administração e aproveitamento do conhecimento das pessoas e como o compartilhamento ou disseminação das melhores práticas para o crescimento da organização.
Nesse trajeto do dado para o conhecimento, a TI pode desempenhar um relevante papel de suporte na gestão dos negócios das organizações inteligentes.
Do software aos sistemas de informação
Há 45 anos, os recursos da TI estavam direcionados para softwares ou sistemas de informações operacionais que garantiam principalmente o processamento trivial dos dados das empresas. Atualmente, a evolução dos sistemas de informação (SI) se apresenta nas mais diversas formas e tipos.
Os SI operacionais contemplam o processamento de operações e transações rotineiras, em seu detalhe, incluindo seus respectivos procedimentos. Os SI gerenciais contemplam o processamento de grupos de dados das operações e transações operacionais, transformando-os em informações agrupadas para gestão.
Os SI estratégicos trabalham com os dados no plano macro, filtrados das operações das funções empresariais da organização, considerando, ainda, a relação entre o meio ambiente interno e/ou externo, visando auxiliar o processo de tomada de decisão da alta administração e do corpo gestor da empresa.
Os SI também podem se apresentar em níveis organizacionais, tais como pessoal, de grupo ou departamental, organizacional e os interorganizacionais, nos quais se enquadram os sistemas globais de informação, envolvendo várias empresas.
Atualmente, para realizar esses sistemas nas empresas, a TI e seus recursos são necessários. Para tanto, as empresas têm como opção a utilização de diversas tecnologias modernas. As principais TI aplicadas à geração de informações oportunas dos SI são: Executive Information Systems (EIS);Enterprise Resource Planning (ERP); Sistemas de Apoio a Decisões (SAD); Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD); Data Warehouse (DW); Recursos da Inteligência Artificial (IA); Sistemas Especialistas; Data Mining (DM); Database Marketing (DBM); recursos da internet; automação de escritórios; recursos On-Line Analytic Processing (OLAP), On-Line Transaction Processing (OLTP), entre outras.
Em paralelo à utilização dessas tecnologias, surgem os sistemas de conhecimentos, que manipulam ou geram conhecimentos organizados para contribuir com os seres humanos, com as organizações e com a sociedade como um todo. Podem ser compostos pelos recursos emergentes da TI ou por simples softwares específicos, onde podem ser geradas informações oportunas e/ou conhecimentos personalizados com valores agregados.
A difusão de informações relevantes e úteis, “trabalhadas” por pessoas e/ou por recursos computacionais, produzidas com qualidade, de forma antecipada e transformadas em conhecimento explícito, que possa ser utilizado por todas as pessoas da organização, dá suporte à obtenção de vantagem competitiva e à conquista da inteligência empresarial.
Do PDI ao PETI
O antigo Plano Diretor de Informática (PDI) tinha seus esforços mais direcionados para o plano de informática e seus respectivos recursos tecnológicos de hardware software. Ele normalmente não contribuía de fato com as estratégias e as operações das organizações.
O Planejamento Estratégico da Tecnologia da Informação (PETI) é um processo dinâmico e interativo para estruturar estratégica, tática e operacionalmente as informações organizacionais, a TI (e seus recursos:hardwaresoftware, sistemas de telecomunicação, gestão de dados e informação), os sistemas de informação e do conhecimento, as pessoas envolvidas e a infra-estrutura necessária para o atendimento de todas as decisões, ações e respectivos processos da organização. A diferença fundamental reside no planejamento das informações necessárias para a gestão de toda a empresa, que passa a contemplar o perfil profissional dos recursos humanos envolvidos.
O PETI deve estar alinhado aos negócios. Para que esse alinhamento aconteça, o maior desafio dos gestores ainda é fazer com que a TI desempenhe seu relevante papel estratégico nas organizações, agregando valores aos seus produtos e/ou serviços e auxiliando a promoção das inteligências competitiva e empresarial. É fundamental, portanto, que os recursos computacionais da TI disponibilizem informações oportunas e conhecimentos personalizados que possibilitem a geração de cenários decisórios.
Denis Alcides Rezende é tecnólogo em Processamento de Dados, administrador, mestre em Informática pela UFPR, doutor em Gestão da Tecnologia de Informação pela UFSC e professor da FAE Business School.

domingo, 31 de julho de 2011

Judô praticada em nossas vidas


Tai Sabaki
Kyuzo Mifune de (10 º dan)
Dicas para aprender Judo e da arte de "Taisabaki".


Aqueles que aprendem judô, não só tem que treinar seu corpo, mas também cultivar suas mentes através da prática desta arte de autodefesa.
Em breve eles devem compreender sua própria experiência que o judô é tanto um princípio moral e técnica. 

Vou agora dar-lhe algumas opiniões que podem ser úteis para aprender Judo. Você não deve ser preguiçoso, orgulhoso, ganancioso, preocupados ou distraídos, em outras palavras, você deve ser sincero. Este é o " Kokoro ", ou a essência do Judo. 

A palavra japonesa " Kokoro "literalmente significa" tirar o espírito ", isto é, cultivar e manter o espírito que nunca é perturbada mesmo uma emergência.
Isto pode parecer pessoal, mas que a virtude pode vir a afetar o país de um homem que possui ou não tem.

Kokoro ", que em japonês significa espírito ou o centro , é o maior em todos os casos. Ocorre naturalmente e não é "feito" pelo homem. Encontra-se no centro, o lugar mais importante. O centro é onde o "Kokoro" permanece.

Kokoro "é, portanto, do centro. Tudo tem o seu centro. Sem " Kokoro "as coisas não existem.

As coisas são " Utsuwa "ou navios, navio em que" Kokoro "é arquivado.
Às vezes, o ser humano é chamado de " Utsuwa "porque tem um espírito nele.
Kokoro "não é visto, mas aparece como recipientes em forma. " Kokoro ", ou o centro das coisas é"Michi ", que significa" estrada "ou" método ".
Michi "aparece na forma de" Jutsu "a arte ou técnica.
Se você seguir " Michi "e Se você refinar, polonês seu " Jutsu ", o processo é completamente natural e ótimos resultados são alcançados.
Jutsu "e" Michi "caminhar juntos, a lei da natureza.

Para ser honesto na vida humana, deve-se qualificar em todos os casos. Se a arte de Judo é praticado, levando em conta os princípios da sinceridade, Judo nunca pode ser usado em demasia.

Pelo contrário, se vocês são escravos de suas emoções, e fazer um mau uso de Judo, você será acusado pelo Judo desgraça pública e, portanto, você.
É por isso que os " motoristas "de Judo sempre dizer" Seja forte na técnica Judo não é suficiente. " Se a força é válida em Judo, é porque a força é baseado na sinceridade. 


O principal conhecimento que podemos obter usando os nossos olhos e nossos ouvidos não vão no fundo de nosso caráter.
O real entendimento é adquirido apenas através da prática.
As palavras que falam através da experiência são valiosas. É por isso que as palavras ainda estão vivos MUSASHI Myamoto em nossa geração.
Através da prática do Judo, o homem pode encontrar sua própria verdade . " 


Agora vou dizer algo sobre as técnicas de Judo com especial ênfase na " Tai Sabaki ", que é a chave para todas as técnicas.
As pessoas costumam pensar que " Tai Sabaki "simplesmente significa" conduzir o corpo ", mas na minha opinião, eu acho que" Tai Sabaki "é uma arte consumada em si mesmo. 


Tai Sabaki "é o movimento básico para andar para a frente, para trás, etc, e que mantém todo o nosso corpo em equilíbrio.
Você deve se tornar mestre de esse equilíbrio através da prática constante, e usá-lo se necessário.
Tai Sabaki "é tudo o que é mais natural, portanto, um movimento bastante comum, mas é o segredo de Judo.
Se você trabalhar duro para mover seu corpo rapidamente, você será capaz de desviar perigos e também pode assumir a liderança em ambos os ataque e defesa.
Tai Sabaki "nunca deve ser ignorado. 


Do ponto de vista da aplicação científica dos princípios do Judô, Judô pode ser chamado a arte de "HEN-O ", ou a melhor jogada a qualquer momento.
É importante ter isso em mente " HEN-O "é o movimento do espírito quando o inimigo está próximo.Se precisar de mais atenção que você certamente será derrotado. " Sempre a cara do seu inimigo, mas não cumprem o seu ataque . " Este é o " HEN ".
Se você não está vigilante, sua técnica pode ser executado com sucesso. 


unabated Ataque quando você anotou o tempo durante o qual o inimigo não está mais em guarda. Este é o " O ".
Se os inimigos o cercam por todos os lados, ver o mais próximo de você, e execute-o uma vez mais a arte de seu próprio país.
Este " HEN "e" O " No entanto, as técnicas não são separados. A posição de " HEN "em um instante em que de" O ". Ambos os movimentos são inseparáveis ​​e são repetidas, sem intervalo. 


É preciso dizer que esta arte de " HEN-O "é uma variação ou um aplicativo do" Tai Sabaki"mencionada acima. , A fim de obter a vitória, a pessoa deve escolher o melhor método.
Judo significa usar a força do pensamento e do corpo da forma mais eficaz. Devemos planejar para ter o efeito máximo com o mínimo de força. Em outras palavras, podemos dizer Judo é ter uma força de reserva de grande porte. 


Quando a nossa força é fixada em um ponto que deve ser firme como a rocha e quando o movimento é realizado, ele deve ser tão rápido quanto o vento. Se o ataque do seu adversário é difícil, você recebe suavemente, e se outro se move um pouco, você está lidando com a mesma leveza. Então você se adaptar ao adversário, mas controlando-lo, na verdade. 
A arte de " Tai Sabaki "ainda é necessário, não só pela aprendizagem Judo, mas também em nossas vidas. Este é o primeiro eo último passo de Judo.

Tai Sabaki foi publicado em dezembro de 1950 no jornal oficial da KDN

Publicado em treinamento de judô 07 de setembro de 2007

sábado, 9 de julho de 2011

Windows Small Business 2008

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