quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Minha vida de sucesso!

Ari Clayton trabalha com tecnologia da informação há 13 anos. É especialista em infra-estrutura e administração de redes, Atualmente atua como analista de suporte em São Paulo.
Gerenciou vários projetos de migração e infraestrutura de empresas de médio e grande porte.

Configurando Microsoft Outlook para acessar o Exchange do SBS 2008


Visão Geral
Nesse tutorial veremos como configurar o Microsoft Outlook para acessar o Exchange do SBS 2008  
  1. Faça logon no Windows.
  2. Click em Iniciar e aponte para Painel de Controle
  3. Com o Painel de Controle aberto click em Email

  4. Na tela Configurar Email selecione “Contas de email” 



  5. “Click” em Adicionar uma nova conta de email e click em “Avançar”
 
  1. Na tela Tipo se Servidor selecione Microsoft Exchange Server e click em “Avançar”


  2. Em Microsoft Exchange Server digite o nome do servidor, preencha o nome do usuário e click em Verificar Nome

  3. Confirme o nome do usuário e click em “OK”


  1. Click em “Avançar”

  2. Na tela seguinte Click em “Sim”


  3. Click em “Concluir” para finalizar a configuração do outlook

  4. Feche a tela de configuração de email


  5. Conclusão: Com esse tutorial vimos como configurar o Microsoft Outlook para acessar o Exchange do SBS 2008

Prof. Ari Clayton Soares FormigaBlog: http://claytonconsultoria.com


Sites:

Créditos: http://carlosfprocha.com/blogs/danielsantos/archive/2008/07/28/configurando-microsoft-outlook-para-acessar-o-exchange-do-sbs-2008.aspxComunidade: http://www.technetbrasil.com.br/forum
Corporativo:  http://www.dacnetwork.com.br/  

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Otimização do Estudo

Otimização do Estudo
Por: William Douglas (Juiz Federal)



1.INTRODUÇÃO As condições de um mercado de trabalho cada vez mais restrito têm indicado os concursos públicos como uma das melhores opções para a rápida obtenção de estabilidade, status e boa remuneração. O perfil dos acadêmicos das Faculdades de Direito tem se modificado, e a intenção de realizar concursos é a marca predominante no alunado, opção que também é manifestada entre profissionais liberais e empregados do setor privado. Em conseqüência desse fenômeno, os cursos preparatórios e as listas de inscritos em concursos estão, a cada dia, mais abarrotados. Não obstante, os índices de aprovação continuam em patamares incrivelmente baixos, próximos de 1 a 2%. Mesmo os Exames de Ordem indicam o baixíssimo nível de formação dos bacharéis. Os chefes de Instituições reclamam incessantemente que não conseguem preencher as vagas por falta de candidatos habilitados em suficiente número. Assim, paradoxalmente, aumentam os candidatos e diminui ainda mais o número de aprovados. Por mais que se esforcem, faculdades e cursos preparatórios têm tido pouco êxito. Mas, qual a razão dessa carnificina ou, quando menos, como inverter esse lamentável quadro? O desempenho dos candidatos nos concursos públicos serve como inquestionável demonstração da baixa qualidade do ensino jurídico. Causas e soluções para tais deficiências vêm sendo tema de debate entre os profissionais da área e professores, desde longa data, indicando a necessidade de alguma mudança radical. Os remédios até agora utilizados não têm se mostrado eficazes contra o mal diagnosticado. As recentes modificações normativas na educação brasileira e no ensino do Direito indicam a tentativa de busca por soluções para estes dilemas, embora as tenhamos por ainda tímidas.

2. RACIOCÍNIO OU REPETIÇÃO Temos para nós que uma das principais falhas do sistema está na forma de ensino do Direito, voltado quase que exclusivamente para a estéril análise de leis e códigos, sem sequer haver preocupação com a formação da capacidade de raciocínio jurídico e de espírito crítico nos alunos. O acadêmico, ao invés de aprender a interpretar as leis, decora a interpretação da norma vigente. Quando uma lei é revogada, o acadêmico é incapaz de interpretar a norma que a substitui. Isso ainda fica mais patente hoje, pelo país ter o sistema jurídico de maior mutabilidade que se tem notícia. Atualmente, existe o direito consuetudinário, o civil law e o direito brasileiro, onde as Medidas Provisórias são mais rápidas que os costumes, que a lei, a jurisprudência ou qualquer outra coisa que se move. Por muito tempo e ainda em muitos lugares, todo o sistema de ensino (jurídico e não jurídico) nada mais é do que meter um monte de informações na cabeça de alguém, e exigir que este alguém seja capaz de repetir uma porcentagem disso, na hora da prova. O ensino terminou sendo atividade de informar, e não de formar pessoas. Educar deixou de ser paixão, alegria, força, intensidade, curiosidade e crescimento, para ser uma mera atividade de repetição, estéril e sem graça. Fazem dos alunos roscas, parafusos e roldanas, como peças nas fábricas da era da industrialização. Felizmente, aos poucos, vai se redescobrindo o estudo como algo agradável, criativo, inovador. Apenas assim formam-se pessoas e preparam-nas para a vida real, para o século XXI, para uma vida realmente produtiva.

3. O SUBAPROVEITAMENTO DO CÉREBRO Mais grave do que a insana opção pelo automatismo intelectual, temos como causa principal do sofrível desempenho dos nossos alunos o fato de não saberem eles aproveitar o seu estupendo potencial intelectual. Nossos alunos, em geral, e com honrosas, mas poucas exceções, não sabem ler com eficiência, não sabem estudar, não possuem suficiente capacidade de expressão escrita e verbal, em suma, subaproveitam sua quase ilimitada capacidade cognitiva. Não estou falando apenas de matérias como Metodologia do Ensino e da Pesquisa, sede onde muito poderia se aprender, mas que permanece desprezada, tanto pelas instituições quanto pelos alunos. É preciso aprender a aprender. A verdade é que alguns professores e a maioria absoluta dos alunos não dá importância a assuntos basilares, tais como as técnicas de aprendizagem e o funcionamento do cérebro, da memória, da inteligência etc. Em geral, os alunos desprezam pontos da matéria, como a introdução e os princípios e conceitos fundamentais, pois querem "ir direto para o assunto", não querendo "perder tempo" com estas partes, que para eles são de somenos importância. Eles estão viciados em não pensar, a se satisfazerem com um produto final e acabado, sem que possam ou saibam julgá-lo. Este comportamento repete a prática mais que comezinha de as pessoas não lerem os manuais de instrução dos eletrodomésticos que adquirem. Apesar de, lá uma vez ou outra, alguém fundir um aparelho, via de regra, consegue-se usar um liqüidificador ou videocassete sem a leitura do manual. Nesses casos, o subaproveitamento da máquina, que decorre da falta de conhecimento de seu modus operandi, permanece em limites toleráveis. Todavia, quanto mais complexo o equipamento, maior a necessidade de, mesmo com algum trabalho, estudar-se o manual, ver como a máquina funciona, sua potencialidade, funções etc. Se isto não ocorrer, o subaproveitamento será considerável. Como o cérebro é muito mais sofisticado que o mais avançado dos computadores, é preciso "ler o manual", sob pena de estarmos condenados a subaproveitá-lo. Os índices de aprovação dos bacharéis em concursos públicos mostram que o uso do cérebro e da inteligência sem a "leitura do manual" está sendo insuficiente.

4. QUANTIDADE X QUALIDADE DO ESTUDO Outro ponto a ser considerado é que, como tudo na vida, importa mais a qualidade do que a quantidade. Há quem estude 12 horas por dia e seu resultado prático seja inferior ao de outro que estuda apenas uma hora por dia. Por quê? Por causa de inúmeros fatores, como a concentração, a metodologia e o ambiente de estudo. Mesmo assim, os estudantes e candidatos se preocupam apenas com "quantas horas" ele ou o colega estudam por dia, e quase não se vê a preocupação com o "como" se estuda.

5. OTIMIZAÇÃO DE ESTUDO Como um dos caminhos para solucionar o fraco desempenho de nossos alunos, entendemos que deva ser dada atenção ao processo de aprendizagem da aprendizagem, aquilo que chamamos de Otimização de Estudo. Otimização, como já diz Aurélio, "é o processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma grandeza, é o ato ou efeito de otimizar ". Assim, é tornar algo ótimo, é buscar o que é excelente, o melhor possível, "o grau, quantidade ou estado que se considera o mais favorável, em relação a um determinado critério". Através da otimização é possível estudar uma mesma quantidade de horas, obtendo-se um considerável ganho em agregação de novos conhecimentos, decorrente do acréscimo de qualidade. Em suma, o aperfeiçoamento da capacidade de aprendizagem resulta em maior produtividade, exatamente o que tem faltado aos nossos alunos e candidatos.

6. ACRÉSCIMOS DE INTELIGÊNCIA E DESEMPENHO Somos educados a pensar que a inteligência e a beleza são dádivas da vida, às quais já recebemos prontas e acabadas, estando condenados a passar o resto da vida com a quantidade de uma ou de outra que foi por nós recebida. É óbvio que aquele que do destino já recebeu beleza e/ou inteligência prontas é um afortunado, com muito mais facilidade e conforto. Para quem não nasceu genial ou lindo, porém, resta apenas a resignação? As academias de ginástica, clínicas de beleza e os cirurgiões plásticos já há tempos vêm provando que a beleza pode ser obtida com esforço pessoal e tecnologia. No que tange à inteligência, aos poucos vai se firmando não só o seu melhor conceito, mas também, e felizmente, o fato de que ela pode ser aperfeiçoada. É óbvio que o gênio e o espírito criativo nascem prontos, contudo, eles podem se aperfeiçoar. As pessoas que não tiveram tal sina podem aprender técnicas que otimizem suas capacidades, muitas delas aprendidas da observação dos gênios. O fato é que é possível aprender a ser mais inteligente, bem como a desenvolver espécies diferentes de inteligência. Os melhores conceitos de inteligência são aqueles que a indicam como a capacidade de adaptar-se a novas situações, e como capacidade de buscar a felicidade. Isto pode ser aprendido. Como já disse Charles Chaplin, precisamos mais de humanidade do que de inteligência. A inteligência necessária para a felicidade está à disposição de todos. Além do mais, não existem pessoas burras, existem pessoas que ainda não tiveram a possibilidade de se educarem e de crescerem intelectualmente. Isto, aliás, é tarefa moral da sociedade, do Estado e dos que já angariaram um certo grau de inteligência. 

7. CONCLUSÃO Entendemos, assim, ser necessário um esforço, no sentido de desenvolver as inteligências, a capacidade de aprendizagem e o inesgotável potencial do cérebro humano. Se isto não for feito, nossos alunos continuarão condenados a níveis insatisfatórios de desempenho. Lidamos, hoje, com grande quantidade de esforço desperdiçado, baixa produtividade no processo de ensino e aprendizagem e frustração inteiramente desnecessárias. Antes de ensinar ao aluno a matéria em si ("o inimigo"), devemos ensiná-lo a conhecer a si próprio e a dominar sua espetacular capacidade de crescimento humano e cognitivo. Isso foi dito já há 2.500 anos, por Sun Tzu, excepcional general chinês, na obra "A Arte da Guerra ": "Se conhecermos o inimigo e a nós mesmos, não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se nos conhecemos, mas não ao inimigo, para cada vitória sofreremos uma derrota. Se não nos conhecemos nem ao inimigo, sucumbiremos em todas as batalhas."

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

LIBERDADE X IGUALDADE

Neste 7 de Setembro de 2011, eu não poderia deixar de pensar em algo referente a estes aspectos, inerentes a minha vida. Hoje trabalhei, talvez por querer um trocado a mais ou por necessitar deste mesmo trocado para completar o orçamento.

Um dos mais antigos debates, ou pelo menos um dos mais recorrentes debates na filosofia política do século XX é o travado entre os defensores da igualdade e os da liberdade. Para os liberais se deve prezar sempre pela liberdade individual, social, política e principalmente econômica, o que significa lutar contra todo e qualquer entrave para que essa liberdade se realize. Se esse entrave, por exemplo, é um Estado forte e intervencionista, então que seja, enxuga-se o Estado, que é o projeto liberal, e, mais recentemente, neoliberal.

O resultado dessa política liberal, como a História mostra, é a acumulação econômica nas mãos de poucos e uma falsa noção de que há uma igualdade de condições, e de que basta a força de vontade individual para que isso ocorra. É lutar pela regra do jogo, mesmo sabendo que o resultado vai ser desigual. Nesse sentido política de quotas, e quaisquer outros programas de assistência social, que tratem desigualmente os desiguais estariam errados.

Já os defensores da igualdade substantiva, não aquela igualdade meramente formal de que falam os liberais, mas numa igualdade de padrões de vida, lutam pela divisão igualitária, principalmente econômica. Para isso, um Estado forte é necessário, já que é a única forma em que se pode ter certeza de uma divisão entre todos. Em que pese a corrupção, um dos argumentos liberais para o desmonte do Estado, esse sistema simplesmente exige do Estado o que dele se espera. Seguindo esse raciocínio, as ditas organizações não-governamentais, as empresas cidadãs e tudo o mais que supostamente surge da livre associação de membros da sociedade civil não passa de balela, ideologia do capital a favor próprio.

No século passado os liberais começaram com o pé direito. A fé no laissez-faire laissez-passer, de que a "mão invisível" saberia guiar os caminhos da humaninade descambou na superprodução e conseqüente quebra da bolsa de Chicago, em 1929. Isso ao mesmo tempo em que uma força comunista na luta igualitária ganhava força com a União Soviética. Essa disputa liberais x comunistas, somadas ao medo do comunismo na Europa Ocidental, descambou numa série de regimes facistas e nazistas, que atingiram Espanha, Alemanha e Itália, e postularam a 2ª Guerra Mundial.

No pós guerra, o pacto keynesiano arrefeceu as reivindicações proletárias e deu início ao Estado de Bem-Estar Social, que garantiria o pleno emprego até o início da série de crises do petróleo nos anos 70. A escassez e o parco crescimento da economia levaram à bancarrota da Previdência Social e ao retorno dos liberais, agora neoliberais, prometendo emprego, em troca da deterioriação de direitos da classe trabalhadora. O que vivemos hoje é a continuidade dessa política, agora apelidada de Terceira Via, porque supostamente agrega políticas da esquerda e direita. Quando vemos um Chávez e Bush acusando-se mutuamente de demônios, um do capitalismo e outro do socialismo, nada mais vemos do que a continuidade dessa luta, a eterna luta entre liberdade e igualdade, duas idéias opostas, que sempre pairam na utopia humana, acompanhadas ainda daquela terceira e menos discutida idéia, a da fraternidade.

Qual CMS usar? WordPress ou Joomla | Webnacuca

Publicado por Fernando | Publicado em CMS, Desenvolvimento Web, Web Design

Neste artigo, vou tentar explicar algumas das principais vantagens e desvantagens desses sistemas.
Esta não é uma opinião pró-contra. Neste artigo vou tentar mostrar algumas dicas para tornar mais fácil a escolha entre os dois sistemas de gerenciamento de conteúdo. Ambos se sobrepõem em várias áreas e pode ser estendido para além do seu propósito original, graças ao uso de plugins. Você pode encontrar os plugins por toda a internet. Ambos têm uma grande base de usuários com uma comunidade viva, onde as dicas e truques são compartilhadas. Vale ressaltar que os dois CMS mencionados são gratuítos e muitos provedores de hospedagem tem eles como uma opção em sua seção de ferramentas da web. O WordPress tem uma grande comunidade de desenvolvedores voluntários e o Joomla pode contar com muitos add-ons comerciais desenvolvidos por profissionais especializados.
Antes de começar o comparativo gostaria de deixar bem claro o que é um CMS:
“CMS (Sistemas de Gestão de Conteúdo) é um sistema gestor de websites, e intranets que integra ferramentas necessárias para criar, gerir (inserir e editar) conteúdos em tempo real sem a necessidade de programação de código, cujo objetivo é estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação. Sua maior característica é a grande quantidade de funções presentes através de complementos (galerias de fotos, gerenciadores de enquetes, gerenciadores de formulários) que podem ser agregados ao CMS”. Fonte: Wikipedia.

WordPress




É basicamente um sistema de blog muito amigável, mas ele pode ser usado como um site normal que você pode atualizar sem qualquer conhecimento de html. Você pode criar páginas e posts, e com os plugins, você pode adicionar uma grande quantidade de funcionalidades. Em matéria de indexação de páginas no Google, o WordPress realmente leva vantagem. Assim, do ponto de vista do marketing, o WordPress é difícil de resistir.
A interface é fácil de entender, você não vai precisar de um livro para ele, embora a compra de um livro vai lhe poupar algum tempo se você não tem experiência com gerenciamento de blog. Após a escolha de um tema a adaptação das cores, inserção de logotipo e etc, você vai precisar tem um conhecimento de CSS, linguagem de folhas de estilo. Não é tão complicado, mas se você não quer se envolver com CSS e outras coisas a mais de desenvolvimento, e gostaria de voltar a organizar os elementos de navegação, bem, você pode considerar a contratação de um Desenvolvedor Web. Desde que o tema escolhido tenha uma estrutura lógica, é fácil para um desenvolvedor de mudar as coisas ao redor, banners, imagens e etc.
O WordPress é muito organizado e rapidamente você pode ser listado no Google, em uma média de 2 dias. Um site normal demora até 2 meses para ser listado no Google, então isso é algo a ter em conta. Qualquer um pode aprender o suficiente em algumas horas para criar conteúdo com WordPress imediatamente, incluindo o uso de categorias e sub-páginas.
Desvantagens do WordPress
Por exemplo, adicionando ou removendo datas de postagem, você vai precisar fazer isso na estrutura do WordPress e isso vai exigir um conhecimento de php e html. A estrutura de navegação é determinada pelo modelo de layout que você escolheu. Mudar essa estrutura novamente requer o conhecimento de php, Html/Css e Script.
Conclusão:
WordPress é simples, você pode utiliza-lo para desenvolver um blog ou um site. Através do uso de plugins você pode estender sua funcionalidade e deixá-lo crescer de acordo com as suas necessidades. No entanto, nem todos os plugins são fáceis de compreender, de modo que poderia ser uma boa idéia ter um Desenvolvedor Web especializado em caso de emergências.
Joomla


Se você quer criar uma site com fóruns, artigos, contribuições de autores externos etc … então Joomla é uma boa escolha porque ele é feito para ser desse jeito. Criar uma estrutura de navegação é fácil, uma vez que você entenda como ele funciona. Você pode definir artigos para expirar após um tempo, ativar as datas, etc.
Joomla é um dos melhores sistemas de gerenciamento de conteúdo para designers, desenvolvedores web e administradores de sites. Existem muitos desenvolvedores, que criam ferramentas para melhorar o desempenho do Joomla. Outra vantagem para os desenvolvedores é a grande capacidade de customização que o sistema oferece.
No entanto, o Joomla não é um sistema simples como o WordPress, você vai descobrir que na verdade não é tão fácil de ser usado por pessoas que não têm qualquer idéia de desenvolvimento web.
Desvantagens do Joomla
Assim como o WordPress, a principal desvantagem do Joomla é a falta de flexibilidade na disposição dos elementos visuais de um site, pois o usuário fica preso na estrutura apresentada pelo template escolhido.
Instalação: embora seja relativamente rápida e simples, ela também exige alguns conhecimentos técnicos o que afasta usuários que tenham pouco conhecimento na área de desenvolvimento web, o mesmo ocorre com o WordPress.
Conclusão:
O Joomla é um CMS poderoso e simples que permite que pessoas mesmo sem conhecimento em programação possam fazer e manter sites com aspecto profissional.
Na medida em que as necessidades aparecem e a curiosidade vai aumentando, o ideal é que se tenha algum conhecimento em HTML, PHP e CSS. Com este conhecimento, você poderá alterar e criar novos templates e efetuar alterações / adequações em componentes, módulos etc.