sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Certidões para concursos públicos

1.1. Certidões de antecedentes criminais expedidas pela(s) comarca(s) na(s) qual(is) o candidato tenha residido nos últimos 5 (cinco) anos:
1.1.1. Secretaria de Segurança Pública ou órgão equivalente;
1.1.2. Justiça Estadual ou do Distrito Federal ou pessoalmente:
. . . Fórum Barra Funda ou João Mendes (Capital)
. . . Fórum Cível ou Vara Única da comarca (Interior)
1.1.3. Justiça Militar Estadual (inclusive para o sexo feminino);

1.2. Certidões de antecedentes criminais dos seguintes órgãos federais, compreendendo os últimos 5 (cinco) anos:
1.2.1. Justiça Federal;
1.2.2. Justiça Eleitoral;
1.2.3. Justiça Militar Federal (inclusive candidatos do sexo feminino);

1.3. Certidões de todos os cartórios, onde houver mais de um, das comarcas nas quais o candidato residiu nos últimos 5 (cinco) anos:
1.3.1. distribuição de ações cíveis ou pessoalmente:
. . . Fórum João Mendes Junior (Capital)
. . . Fórum Cível ou Vara Única da comarca (Interior)
1.3.2. cartório de protestos de títulos. (consulta);

1.4. Certidão de antecedentes funcionais expedida pelo respectivo órgão correcional ou disciplinar, no caso de candidato que no momento da apresentação dos documentos esteja ou tenha ocupado cargo ou função pública, a qualquer título, nos últimos 5 (cinco) anos anteriores à data da convocação para a apresentação dos documentos aqui exigidos.

1.5. Certidão que comprove o exercício da função de jurado, caso o candidato a tenha exercido no período entre a data da publicação da Lei nº 11.689/08 e a data do término do período das inscrições.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Os conteúdos mais cobrados, por organizadoras de concursos públicos.


INFORMÁTICA é a disciplina com diferencial para a aprovação num concurso público: Informática – hoje um conhecimento essencial no cotidiano da grande maioria das pessoas, sendo cobrado cada vez com maior rigor por todas as bancas examinadoras. Portanto, preste bem atenção no que vou mostrar. Por exemplo: o conteúdo mais cobrado pelo Cespe é o MsOffice (Word, Excel). Já a Esaf tem predileção por Hardware, Redes e Internet, Linux e Segurança da Informação. Veja abaixo os principais conteúdos cobrados nas provas de informática dos concursos públicos pelas diversas bancas examinadoras.

Cespe/UnB
Conteúdo mais cobrado: MS.Office (Word, Excel) com a imagem dos botões; Linux e BrOffice
Grau de dificuldade da questão: Em 2008, extremamente fácil. Em 2009, aumento no grau de dificuldade.
Destaque a ser dado pelo candidato: Conceitos relacionados à Internet e Intranet, Navegador Internet Explorer, Sistemas operacionais Linux e Windows e Editores de texto Word e Writer.

Esaf
Conteúdo mais cobrado: Hardware, Redes e Internet, Linux e Segurança da Informação.
Grau de dificuldade da questão:  Relativamente alto (em assuntos como Hardware, Redes e Internet, Linux).
Destaque a ser dado pelo candidato: A Esaf usa palavras sinônimas para referenciar os dispositivos do computador. Ex. Memória RAM=memória principal ou memória de trabalho.

FCC
Conteúdo mais cobrado: Word, Excel e Power Point. Importantes: Segurança da Informação, Internet Explorer, Windows e Conceitos relacionados à Internet.
Grau de dificuldade da questão: Nível intermediário de dificuldade. Textos longos. Questões associadas à parte prática da informática.

Destaque a ser dado pelo candidato: O candidato deve se preocupar com os procedimentos e utilidades das principais ferramentas.

Cesgranrio
Conteúdo mais cobrado:. Segurança da Informação, Conceitos relacionados à Internet e programas do pacote Ms.Office, principalmente Excel e Word.
Grau de dificuldade da questão: Em 2008, extremamente fácil. Em 2009, aumento no grau de dificuldade.

Funiversa
Conteúdo mais cobrado: Noções de Software Livre, Segurança da Informação, Excel, conceitos de Internet e Painel de Controle do Windows.
Grau de dificuldade da questão: Baixo.
Destaque a ser dado pelo candidato: Programas navegadores da Web e gerenciadores de correio eletrônico.

FGV
Conteúdo mais cobrado: Microsoft Office (Excel e Word).
Grau de dificuldade da questão: Alto.
Destaque a ser dado pelo candidato: Fórmulas do Excel. Teclas de atalho. Ferramentas do Word. Questões relacionadas à Internet.

Consulplan
Conteúdo mais cobrado: Periféricos componentes básicos, hardware.
Grau de dificuldade da questão: Baixo/fácil
Destaque a ser dado pelo candidato: Componentes básicos de micro computador.

Iades
Conteúdo mais cobrado: Word, Internet, Web, Windows Vista.
Grau de dificuldade da questão: Baixo
Destaque a ser dado pelo candidato: Recursos básicos Microsoft, Word 2007.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Projeto de dissertação

Com o link, acessem a dissertação para treinar, a mesma contém tese, tema e argumentos.

Um forte abraço e bons estudos.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Digitalize seu produto: transforme átomos em bits e ganhe competitividade

Fonte: http://efagundes.com/
Tem sucesso no mercado os produtos e serviços que levam facilidade e suprem as necessidades dos consumidores. Com a expansão do uso de smartphones e acesso a Internet móvel, é possível colocar produtos e serviços ao alcance dos consumidores a qualquer momento em qualquer lugar. Não é necessário mudar o produto físico (formado por átomos), você pode desenvolver um novo modelo de negócios agregando um novo atributo de valor ao produto de forma digital (os bits). Desta forma, você pode transformar qualquer produto formado por átomos em bits, oferecendo como serviço de forma virtual e escalável.
Você pode achar, no primeiro momento, que existem produto que é impossível transformá-los em bits. Por exemplo, automóveis. Vamos pensar. Quais os principais atributos de valores de um carro: transportar pessoas e encomendas de um ponto físico a outro, com segurança e conforto. Para atender essas necessidades o consumidor não precisa, necessariamente, comprar um carro. Ele pode contratar um taxi. Porém, existe outro atributo de valor importante, o prazer do motorista em dirigir um determinado carro. Ele pode alugar um carro. Entretanto, para reunir esses atributos de valores, o consumidor precisa se deslocar até uma agência de aluguel de carros, entrar em uma fila, apresentar documentos e retirar o carro, além de ter que devolvê-lo no final do período contratado em um local definido pela agência. Agora imagine a situação onde o consumidor, cadastrado em uma agência virtual de aluguel de carros, identifica um carro da empresa próximo via GPS, solicita via smartphone uma senha de acesso ao carro, dirige durante um determinado período, estaciona o carro em algum lugar próximo ao seu último destino e conclui a transação. Melhor ainda, só é cobrado pelo tempo que utilizou o carro. Esse novo modelo de negócios, chamado de car sharing, já existe e está atraindo muitos consumidores, como o serviço Zipcar nos Estados Unidos. As montadoras de carros já identificaram que esse novo comportamento dos consumidores irá transformar a indústria automotiva nos próximos anos. Além do uso crescente de bicicletas com a criação de bairros inteligentes, onde as pessoas trabalham próximo de onde moram com uma completa infraestrutura de comércio, escolas, hospitais e lazer.
Outro exemplo é a completa substituição dos mapas de cidades e rodovias pelos aplicativos de mapas em smartphones, onde destruiu o emergente negócio dos aparelhos de localização dedicados, os GPS. A vantagem do uso de serviços como o Wise e Google Maps é a interatividade em tempo real, permitindo a reprogramação de rotas dependendo das informações dos próprios usuários do serviço.
A figura abaixo mostra a matriz de produto-canal versus físico-virtual. O desafio é desenvolver produtos ou modelos de negócios que virtualize os produtos utilizando um canal virtual. Isso pode ser mais fácil que você imagine.
figura-matriz-canal-produto-fisico-virtual-v81
Lembre-se que o consumidor compra alguma coisa para atender uma necessidade, virtualizar pode significar “emprestar” algo para atender uma necessidade momentânea. Isso significa a possibilidade de “vender” várias vezes um único produto físico. Tem gente que aluga iphone para as pessoas mostrarem nas baladas noturnas. As possibilidades são infinitas. Digitalize-se.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Backups diferencial e incremental

Postado por Prof. Ari Clayton Soares Formiga


Backup Diferencial e Backup Incremental


Qual é a diferença entre o Backup Diferencial e o Backup Incremental?

- Backup Diferencial:

O Backup Diferencial, é executado após o último backup FULL, ele realiza backup apenas dos arquivos alterados, em sua primeira execução.
Na segunda execução, ele irá realizar o backup dos arquivos que foram alterados após o último backup FULL, mais os arquivos que foram alterados depois do primeiro backup Diferencial, na terceira execução, o backup Diferencial irá pegar o montante dos arquivos alterados do primeiro e segundo backups, mais os arquivos alterados depois da segunda execução conforme imagem abaixo:

- Restore:
Na realização de um restore, será então necessário último backup FULL, e o último backup Diferencial.

- Backup Incremental:

O backup Incremental, realiza backup apenas dos últimos arquivos alterados, conforme imagem abaixo:

- Restore:
O restore do tipo de backup Incremental, será da seguinte forma, você deverá utilizar o último backup FULL, e em seguinda todos os backups depois do backup FULL (que são as alterações dos dias).

- Observações:

Os exemplos acima de restore, são baseados em perdas FULL, no dia-a-dia, dependendo da quantidade de arquivos e última alteração, não será necessário todos os backups desde o último FULL, para realização do restore.
Apesar do backup Diferencial, aparentemente ser mais vantajoso do que o backup Incremental, dentro do seu ambiente é necessário verificar se realmente você terá uma janela de tempo de execução do backup Diferencial, já que a cada dia ele será mais demorado decorrente a quantidade de arquivos a serem backupeados.

Fonte: Fernando Almeida

sexta-feira, 12 de junho de 2015

DNS: o que é e como ele pode acelerar sua internet

DNS: o que é e como ele pode acelerar sua internet


Uma das partes fundamentais da infraestrutura mundial da internet é o DNS. Essa sigla significa “Domain Name System” (algo como “sistema de nome de domínio”), e se refere a um sistema responsável por facilitar em muito a forma como usamos a internet. 
A seguir, descubra o que é o DNS e como é possível mudar o seu para navegar mais rápido.

IPs e nomes

Todos os aparelhos conectados à internet, desde o maior servidor até o menor smartphone, possuem um número que serve como seu “endereço” na internet. Esse número se chama IP, de “Internet Protocol” (ou “protocolo de internet”).
Os sites que acessamos na internet também possuem IPs. É por meio desses IPs, aliás, que conseguimos acessá-los. O do Facebook.com.br, por exemplo, é 173.252.88.66; o do Google.com.br, por sua vez, é 74.125.129.94, e o do Olhar Digital é 200.147.3.199. Se tiver curiosidade, você consegue descobrir o IP de outras páginas por meio desse site.
Os IPs listados acima estão ainda no formado IPv4. Atualmente, a internet está em um processo de transição do IPv4 para o IPv6. Os endereços de IPv6 têm o formato de quatro grupos de oito caracteres, e os caracteres pode ser números de 0 a 9 ou letras de A até F.
Mas se você está lendo isso, você sabe que não é necessário saber o IP de um site para acessá-lo. Para isso, basta saber o “nome” dele (como www.facebook.com.br ou www.google.com.br).
Isso é possível por conta do DNS. O DNS traduz os “nomes” de sites em IPs, para que nós possamos navegar pelos nossos sites favoritos sem precisar decorar um monte de longas séries de números e letras. É possível pensar no DNS como uma espécie de lista telefônica que liga cada site a seu IP.

Descobrindo os IPs

Apesar dessa analogia, o DNS não é meramente um arquivo que você pode deixar salvo em seu computador. Isso não apenas pelo fato de que seria um arquivo consideravelmente grande, mas também porque a internet muda muito, e muito rapidamente, portanto seria necessário atualizá-lo constantemente.
Para descobrir o IP de um site a partir do “nome” dele (e, com isso, conectar o usuário ao site) são necessárias uma série de medidas, tomadas em conjunto pelo seu navegador e o seu sistema operacional, com o auxílio de uma série de servidores pelo caminho.
Vamos supor, por exemplo, que você deseja acessar o Youtube. Então, você digita na sua barra de endereços: www.youtube.com. Quando você faz isso, a primeira coisa que o seu navegador faz é perguntar ao seu sistema operacional se ele já conhece o IP relacionado àquele nome. Para isso, eles verificam se essa informação já está na memória (ou no “cache”) do seu computador (como o Youtube é um site bem popular, provavelmente ele já estará lá).
Se o seu sistema operacional não conhece o IP relacionado àquele nome, ele pergunta a um servidor de nomes de domínio, ou Domain Name Servers (também conhecido como servidores DNS). Os provedores de acesso à internet e fabricantes de computadores em geral já configuram as máquinas com um servidor DNS, então seu computador já saberá a quem perguntar.
É possível que o servidor DNS possua esse endereço já no cache dele (e, de novo, no caso do Youtube, isso é bem provável). Se ele não souber, no entanto, ele saberá encontrar o servidor de nomes de raíz (ou Root Names Server).
Esse servidor é responsável pela localização dos servidores de domínios de alto nível, tais como .com ou .org, chamados servidores de TLD (de Top-Level Domain, ou domínio de alto nível)  
O servidor de nomes de raiz direcionará o seu servidor DNS ao servidor de nomes de alto nível .com (já que o endereço termina em .com). E então, o servidor TLD responsáveis pelos endereços .com o direcionará ao servidor de nomes com autoridade (ou ANS, de “authoritative name server”) responsável pelo endereço youtube.com.
O ANS dirá então ao servidor DNS o IP que corresponde ao nome “www.youtube.com” (no caso, é 216.58.192.46). O servidor DNS devolve essa informação para o seu sistema operacional, que a devolve ao seu navegador, que então consegue te conectar ao Youtube. Por mais enrolado que esse processo pareça, ele geralmente acontece em menos de um segundo.

Velocidade

Como deve ter ficado claro, o servidor DNS tem um belo de um trabalho para conseguir traduzir os nomes que o navegador manda para ele em IPs por meio dos quais seja possível acessar os site. Por esse motivo, a velocidade de sua navegação pode variar bastante dependendo de qual servidor DNS a sua rede doméstica está configurada para usar.
Imagine, por exemplo, se ela estiver usando um servidor DNS hospedado na Alemanha. Toda vez que o seu navegador solicitar um IP que não esteja na memória do seu computador, a solicitação precisará viajar até o outro lado do mundo e voltar antes de que você possa se conectar!
Felizmente, existe um programa simples chamado Namebench que ajuda a encontrar o servidor DNS mais rápido para a sua rede. Nós já falamos sobre ele, mas vale a pena falar novamente. Ele está disponível para WindowsMac e Linux.
O que o Namebench faz é, basicamente, testar uma série de servidores DNS diferentes para ver qual deles responde mais rápido. Nós já fizemos também umvídeo explicando como usar o programa.
Caso o servidor DNS apontado como o mais rápido pelo Namebench não seja o que você está utilizando atualmente, pode ser que as alterações necessárias precisem ser feitas em seu roteador, e não em seu computador. Nesse caso, o procedimento varia de acordo com cada modelo, mas pesquisar no Google o nome do modelo deve trazer alguma indicação de como alterá-lo.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Além do IE nas provas, teremos o EDGE.

Microsoft oficializou nesta quarta-feira, 29/4. o nome do browser que vai substituir o Internet Explorer no novo software.





A Microsoft está chutando o codinome “Project Spartan” para escanteio, revelando “Microsoft Edge” como o nome oficial do seu novo navegador. A empresa diz que o nome faz referência a estar em vantagem (on the edge, em inglês) na produtividade e no consumo (apesar de esse também ser o nome da engine de renderização do browser).
Como a Microsoft anunciou antes, o Edge será o navegador padrão do Windows 10, enquanto que o Internet Explorer vai se tornar uma “opção de legado” para razões de compatibilidade. O Edge deverá ser mais rápido e leve do que o IE, mas com novos recursos, como uma ferramenta de anotações embutida, um modo de leitura livre de distrações, e informações do site pelo Cortana.
O browser também terá suporte para extensões baseadas em HTML e Javascript. A Microsoft diz que os desenvolvedores poderão criar versões para suas extensões do Chrome com algumas pequenas modificações.
Fonte: PCWorld
http://pcworld.com.br/noticias/2015/04/29/agora-e-oficial-navegador-do-windows-10-sera-chamado-de-microsoft-edge/